domingo, 18 de julho de 2010

O MEDO!

Depois de muito tempo o medo tomou conta do coração dela, minutos que se tornavam inacabados, palavras que pareciam perfurar seus ouvidos e ainda tinha aquela sensação que “tudo estava indo por água abaixo”.
Acho que pela primeira vez ela não concordou com o que falara, por que estava pensando daquela forma? Ela entendera toas às confusões e nós que tinha na cabeça, entendia exatamente o “tiroteio psicológico” que sofria, entendia querendo não entender. O medo a assombrava de uma forma tão intensa que nem se quer conseguia fazer com que o choro amontoado escorrese o seu rosto, onde cada lágrima teria o dever de amenizar a “dor” que previa sentir, naqueles horríveis minutos ela percebeu que O TEMPO não seria bem um aliado.
Os olhares deixaram de ser perdidos e passaram a ficar mais fortes, enfim, a decisão mais sábia foi tomada da melhor forma possível, o amor, afeto, carinho e o companheirismo não iriam deixar que tudo acabasse. Depois de sentir tanto medo, a melhor sensação que poderia sentir era de que não tinha saído dos braços que demorou a encontrar, e que ainda estaria ela “perdida” de amor e completa de carinho, naqueles braços que por muitas vezes faz com que esqueça do mundo sombrio que há lá fora.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Não é uma tempestade!

Calma não é uma tempestade, foi só alguns pingos de chuva, não precisar entrar em desespero nada saiu do lugar, o coração não foi machucado e no que depender dele você sabe que não irá se machucar.
Até parece que não têm segurança de si, o que acontece com você?! Não se pode deixar espaço para que as "bobagens comecem a agir" em sua cabeça, tudo não continua como antes? Claro que sim, nunca deixou de ser como era!