quarta-feira, 22 de setembro de 2010

" O País da Felicidade."

O vôo estava do jeito que qualquer piloto gostaria que a sua aeronave  estivesse, com destino a felicidade, uma viagem permitida para poucos, passavam pelas mais belas nuvens. A viagem A viagem era de prioridade dos escolhidos, para os que já estavam desacreditados em que poderiam saber o que era amar no País da Felicidade.
Durante todo o percurso os passageiros viveram as mais belas experiências, os mais belos momentos, sorriam a toda hora, dividiram e viveram experiências positivas e negativas, havia momentos que choravam de emoção, saudade, raiva, medo, mas quando lembravam que estavam ao lado de quem queria, tudo voltava ao lugar.
Naquela etapa da viagem já estavam a dois mil pés do destino, quando, aos poucos, começaram a aparecer sinais de turbulências, porém nada aparentemente sairia do lugar, como não era possível aquele país apenas por aparência a viagem começou a tornar-se improvável chegar "com tudo no lugar". O desespero era visível em meio a tripulação, será que teriam que abrir mão daquela viagem para trocar o destino e seguirem sozinhos?
Pois é, optaram na "separação" da tripulação, era preciso preservar o bem-estar entre os mesmos. A decisão não era bem vista por todos, mas como era preciso escolher entre ter (mesmo que não fosse o bastante) e não ter (aquilo que queriam), era melhor ficar no meio a meio.
A fisionomia do piloto mudara, a preocupação passara a ser uma característica adquirida, tudo  havia saído do seu controle, não tinha mais nada a fazer, a não ser lamentar-se por não conseguir proporcionar a satisfação dos seu passageiros.
Foi necessário interromper aquela história, interrompendo preservaria um provável retorno da viagem. Os passageiros perceberam que o País da felicidade era um destino encontrado para poucos, quem sabe em um outro momento iria haver um reencontro entre eles, e aí sim poderiam retomar a viagem e chegar juntos ao destino esperado.

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