Falta, uma coisa que mais cedo ou mais tarde pode-se vir a sentir. Falta do que já foi, do que não foi, do que não deu certo, do que deu certo, do que teve, do que não tem mais, do que acendeu e que já foi apagado. A falta aparece assim, no decorrer dos anos, dias, horas, segundos, milésimos... Do nada ela surge.
A falta às vezes serve para tapar a ausência que ela mesma faz. Confuso não? Também acho, mas, é a verdade. A falta vem da lembrança do que foi bom ou ruim. Ah, palavrinha poderosa, aglomera-se de um jeito, que sei não... Me pego pensando nesse exato momento da falta dos meus bons momentos.
Muito embora, sentir falta de alguém ou de algum momento, não é uma coisa tão ruim assim, afinal, se faz falta é porque valeu à pena. Outro dia eu li que: “entre as coisas que a gente se lembra e as de que não se lembra, entre as que conhece e as que desconhece, é preciso tapar os buracos da memória com a estopa que se dispõe.” Vai ver a falta é exatamente isso, a estopa que sempre estará à disposição.
Você conseguiu filosofar bem por cima de uma simples palavra, mas que pode ser bastante forte, vendo por esse ponto. Soube mostrar os lados positivos e negativos. Foi meio que uma descrição de um sentimento. Amedorei!
ResponderExcluirPois é, quem nunca sofreu por falta, não é mesmo?
ResponderExcluirVocê sempre um querido nos comentários, obrigada por gostar das minhas humildes palavras.